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Sapatofone e o mundo de 2010

 

Maxwell Smart e seu sapatofone

 

A humanidade sempre demonstrou desejo em acrescentar funções práticas aos objetos do dia a dia através de tecnologia, claro que no processo de evolução algumas idéias, como um telefone no sapato, foram descartadas, mas por outro lado, chips embutidos em tênis de corrida se comunicando com um aparelho via ondas de rádio é algo corriqueiro em pistas e parques pelo mundo (Nike+).

Em um ano que nasce em meio a uma “enxurrada” de novas tecnologias e descobertas científicas já é possível notar algumas bem sucedidas fusões entre tecnologia e vestimenta.

Um exemplo prático é uma máscara, como estas usadas durante os tempos de H1N1, porém esta muda de cor quando seu usuário está doente. Desenvolvida pela estudante Marjan Kooroshnia, as máscaras são um meio de prover uma comunicação visual do estado do paciente a um acessório usado antes apenas como proteção.

Usando o mesma tinta termocromática, a American Apparel desenvolveu camisetas que mudam de cor de acordo com a temperatura do ambiente e de quem as veste, dando um novo sentido as velhas camisetas tie dye.

No campo eletrônico ainda falta um pouco para a tecnologia se “harmonizar” com a maleabillidade dos tecidos, mas enquanto os fios vão se achatando e as lâmpadas vão ficando cada vez menores, as placas para captação de energia solar (hoje mais baratas e maleáveis) começam a encontrar seu lugar no guarda-roupa, como a jaqueta Ermenegildo Zegna que pode carregar um celular ou iPod com 4 horas de exposição ao sol.

Com um pouco mais de flexibilidade e com LEDs embutidos, a bolsa tipo mensageiro  desenvolvida pela Timbuk2 em parceria com a Portable Light Project, carrega um celular ou seve como iluminação para seu portador durante a noite.

Ainda falando de eletrônicos mas caminhando para um lado mais “ficção científica”, podemos encontrar gadgets transformados em estilosos acessórios, como o anel O.R.B., que vibra quando o celular recebe chamadas e com uma torcida em sua estrutura se configura como um fone Bluetooth, que de fone não tem muito já que o som é transmito por pinos que vibram no crânio do usuário.

Mas esta “fusão” não funciona em apenas uma via, em alguns casos o objeto tecnológico se torna parte tão presente da rotina diária que o vestuário vira inspiração para soluções práticas do uso, como o fone Zip Up, ainda em fase concept mas em pouco tempo “nas melhores do ramo”.

É claro que nesta história de “máquina encontra roupa” existe um limite, provavelmente em um futuro próximo não vamos pedir um laptop tamanho 41 nem uma calça com 1Gb de RAM, mas com certeza neste “próximo futuro” nossas roupas vão fazer mais do que cobrir corpos nus.

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