Puma Spinstar

February 11, 2010 1 comment

A agência ACCESS associada ao portal de tendências CoolHunter criou uma campanha/ativação concept para a Puma que ao meu ver finalmente trouxe a prática esportiva indoor (de academia) para um mundo competitivo democrático, seguindo os mesmos passos no já consagrado Nike 10K.

A ativacão batizada de SPINSTAR, seria um programa intinerário que encontraria participantes que tivessem alta resistência nas aulas de spinning, com a Puma como pano de fundo. Os competidores fariam sessões de spinning com tênis fornecido pela marca por um período de 2 horas (tempo normal de uma aula é 45 minutos). Ao vencedor de cada sessão, que pode durar até 8 horas, é regalada uma bicicleta da Puma. Os finalistas de cada sessão participam de uma competição final com prêmio em dinheiro e equipamentos Puma.

A idéia não somente “cheira” a sucesso (ao menos no que diz respeito ao público de academia) como o visual do campo de competicão ficou muito, como colocar… “spinning comteporâneo”.

Post via CoolHunter

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Sapatofone e o mundo de 2010

January 7, 2010 Leave a comment

 

Maxwell Smart e seu sapatofone

 

A humanidade sempre demonstrou desejo em acrescentar funções práticas aos objetos do dia a dia através de tecnologia, claro que no processo de evolução algumas idéias, como um telefone no sapato, foram descartadas, mas por outro lado, chips embutidos em tênis de corrida se comunicando com um aparelho via ondas de rádio é algo corriqueiro em pistas e parques pelo mundo (Nike+).

Em um ano que nasce em meio a uma “enxurrada” de novas tecnologias e descobertas científicas já é possível notar algumas bem sucedidas fusões entre tecnologia e vestimenta.

Um exemplo prático é uma máscara, como estas usadas durante os tempos de H1N1, porém esta muda de cor quando seu usuário está doente. Desenvolvida pela estudante Marjan Kooroshnia, as máscaras são um meio de prover uma comunicação visual do estado do paciente a um acessório usado antes apenas como proteção.

Usando o mesma tinta termocromática, a American Apparel desenvolveu camisetas que mudam de cor de acordo com a temperatura do ambiente e de quem as veste, dando um novo sentido as velhas camisetas tie dye.

No campo eletrônico ainda falta um pouco para a tecnologia se “harmonizar” com a maleabillidade dos tecidos, mas enquanto os fios vão se achatando e as lâmpadas vão ficando cada vez menores, as placas para captação de energia solar (hoje mais baratas e maleáveis) começam a encontrar seu lugar no guarda-roupa, como a jaqueta Ermenegildo Zegna que pode carregar um celular ou iPod com 4 horas de exposição ao sol.

Com um pouco mais de flexibilidade e com LEDs embutidos, a bolsa tipo mensageiro  desenvolvida pela Timbuk2 em parceria com a Portable Light Project, carrega um celular ou seve como iluminação para seu portador durante a noite.

Ainda falando de eletrônicos mas caminhando para um lado mais “ficção científica”, podemos encontrar gadgets transformados em estilosos acessórios, como o anel O.R.B., que vibra quando o celular recebe chamadas e com uma torcida em sua estrutura se configura como um fone Bluetooth, que de fone não tem muito já que o som é transmito por pinos que vibram no crânio do usuário.

Mas esta “fusão” não funciona em apenas uma via, em alguns casos o objeto tecnológico se torna parte tão presente da rotina diária que o vestuário vira inspiração para soluções práticas do uso, como o fone Zip Up, ainda em fase concept mas em pouco tempo “nas melhores do ramo”.

É claro que nesta história de “máquina encontra roupa” existe um limite, provavelmente em um futuro próximo não vamos pedir um laptop tamanho 41 nem uma calça com 1Gb de RAM, mas com certeza neste “próximo futuro” nossas roupas vão fazer mais do que cobrir corpos nus.

Streetstyler

January 6, 2010 1 comment

Por Hui Park:

“Que rich & famous que nada, aparentemente a coisa mais bacana para ser hoje em dia é stylish & anonimous… Também não acreditei muito, mas as pessoas e, até a Veja (!), estão histéricas. Juro que encontrei até blogs que te dão dicas de ‘como sair/ser clicado pelo Sartorialist’. Pode clicar, não estou mentindo.

 Ou talvez apenas pseudo-anonimous, visto que o brasileiro mais querido pelo blog  The Sartorialist é o arquiteto/decorador/jornalista/professor de moda/editor-da-Vogue-e-Casa-Vogue (oi? alguém falou em slash-slash generation?) Fabrizio Rollo (aquele com cara de Van Gogh que ousa na Casa Cor desafiando a sutil fronteira entre o over dramatic e o cafona), com mais de 15 aparições so far.

 Me parece que o lançamento em forma de livro do Sartorialist inaugurou mais essa modalidade: o de sair clicando pessoas com cara de bacana, editar o creme de La creme e fazer uma festa de lançamento do livro regado a muita champagne.

 O second fast dessa modalidade é o Yvan Rodic, suíço-residente-em-londres, mais conhecido como The Face Hunter (bom naming aqui, hein, mais agressivo e sexy), o do blog de mesmo nome. Pois bem, agora no final do mês ele lança o livro em Paris, na Colette (essa parte foi meio lugar comum para quem sai explorando o mundo para clicar stylish & anonimous people…).

 Take away para nós, rich, stylish and famous people da Loefgren, que vive no puro glamour do Alto da Vila Clementino: streetstyler é uma raça ou categoria que definitivamente veio para ficar e está se profissionalizando. É óbvio que esse tipo de caça é aplicável não somente à fashion, mas também à outras disciplinas como atitude, música, gastronomia e, qualquer marca mais espertinha pode ser a ‘olheira/caçadora/curadora/editora’, se tornando autoridade e referência no assunto.

 Ou na pior das hipóteses, vale a gente só dar um check it out para nos inspirarmos nos looks que usaremos ao longo da semana. Para almoçarmos na Galinha D’Angola, lógico. Pede para o Solon servir mais champagne para todo mundo, por favor.”

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Grau 26 – Digilivro interativo

January 4, 2010 1 comment

Em um passeio durante o final de semana a uma livraria, me deparei com um livro que promete ser diferente.
Grau 26 chegou recentemente as lojas (Nov/2009) e parece ser um livro fora dos moldes tradicionais.

É o primeiro romance digital interativo no mundo. Escrito por Anthony E. Zuiker, visionário roteirista da série de TV CSI, o livro mistura mídias convergentes.

Promete ser uma experiência revolucionária que mistura leitura, com elementos cinematográficos e interatividade digital, ou seja, o primeiro digilivro da história.

Os leitores terão acesso a conteúdos exclusivos que contém vídeos, áudios e elementos interativos que complementam a história.

Ainda não li, mas acho que deva valer a pena.

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Anos 00

December 14, 2009 Leave a comment

 

Capa executada por Todd St John para New York Magazine.

 

Com o final da década batendo à porta, a New York Magazine aproveitou o gancho e convidou alguns artistas gráficos para contribuirem com suas interpretações do que foi os Anos 00, em sua edição de retrospectiva da década.

Um fato curioso da discusão é como deveríamos chamar esta década que termina, podemos facilmente falar sobre os “anos vinte”, os “anos oitenta”, mas o que seria estes anos “zero” ou em termos técnicos seria melhor dizer “primeira década do século”…

Seja lá como for, esta década de dois zeros foi uma das mais recheadas de eventos que irão possivelmente determinar o curso da humanidade nos próximos anos, um período histórico que marca no mínimo o início de uma nova ordem mundial (Ex.: 9/11 e Obama)

Abaixo algumas das artes feitas para a New York Magazine que retratam bem a diversidade de interpretações sobre esta década marcante.

David Carson

Jonathan Grey

Studio 8

Matt Owens

Alex Trochut

Post via: Creative Review

Pipilotti Rist

December 7, 2009 Leave a comment

A videoartista suíça Pipilotti Rist (nascida Elisabeth Charlotte Rist) passou por São Paulo com uma exposição de 10 videoinstalações no Paço das Artes e uma instalação no MIS. Com um apelo fortemente anárquico, pop e feminista, seus trabalhos fazem uma colorida e instigante fusão do corpo humano, música, objetos de consumo e movimento.

Uma peculiaridade aqui é o uso de suportes alternativos para uma projeção, como um buraco no chão (na obra “Alma Perdida em uma Banheira de Lava”) ou o próprio corpo do espectador (“Laplamp”, onde um abajour projeta imagens aquaticas no colo de quem senta proximo a ele). Ela diz: “A imagem eletrônica é tão onipresente em nossa vida e sempre a deixamos numa única direção, olhamos sempre para dentro de uma caixa. Nós devíamos libertar esses fantasmas, misturá-los mais com o nosso cotidiano.”
É um tipo de trabalho para ser experimentado, mais do que assistido. Genial e fascinante.

Alguns vídeos de obras que estiveram expostas:

Generative Art (arte geradora)

December 1, 2009 Leave a comment

Generative Art não é um conceito novo, embora algumas definições classifiquem como “forma de arte que gera resultados randômicos a partir de algorítimos matemáticos e códigos de computador”. Uma definição mais abrangente seria: “qualquer prática da arte, em que o artista cria um processo baseado em um conjunto de regras. Que uma vez colocado em movimento, cria automaticamente, contribuindo sozinho para o resultado final”.

Ambas definições, embora complexas, descrevem uma maneira de se construir um resultado criativo utilizando um processo randômico que não esteja sujeito as emoções de seu criador, seguindo apenas suas diretrizes em busca de resultados e variações impensadas. Colocado desta forma, a “Arte Geradora” não é muito diferente de nossa velha conhecida a tal “Arte Colaborativa”: Um processo em que vários indivíduos colaboram com interpretacões livres das partes de um todo, ou melhor dizendo, a partir de uma mesma diretriz, buscando um resultado inusitado.

Feita a comparação, é hora de pensarmos como usar as pessoas da melhor forma quando queremos que colaborem para um resultado comum, as falhas que os projetos de arte colaborativa encontraram até agora é exatamente a dificuldade de manter todos na mesma diretriz sem limitar a criatividade do processo.

Um bom exemplo de arte geradora que poderia ter uma aplicação na arte colaborativa é o projeto Dreamlines do artista argentino Leonardo Solaas, um site onde você insere palavras que formarão um sonho, uma série de fusões utilizando um software que funde as imagens e palavras usando processos randômicos (é ver pra crer).

Abaixo algumas imagens criadas por Solaas para inspirar:

Para mais imagens vejam as 40 Monalisas também de Solaas.




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